Luz e Som e Efeitos Cénicos

Curso Técnico e Artístico com uma forte componente prática. Forma profissionais para as Artes do Espetáculo, nas vertentes da Luz, do Som, da Maquinaria de Cena e da Direção de Cena. Durante a sua aprendizagem, os formandos adquirem e desenvolvem competências não só como Técnicos, especializando-se no domínio e manipulação dos muitos equipamentos tecnológicos intrínsecos a estas áreas, mas também enquanto Criadores, concebendo atmosferas visuais e sonoras, que representam o Desenho de Luz e de Som de cada espetáculo, e que são colocados em prática nos diferentes projetos do curso, desenvolvidos em contexto real de trabalho.

 

Com uma alta taxa de empregabilidade, este curso alicerça-se nas novas tecnologias, e prepara profissionais capazes de criar ambientes de luz e de som e de apoiar no suporte técnico de espetáculos em festivais, concertos, cinema, televisão, teatro, etc.

Indicado para jovens interessados nas novas tecnologias, em música, em eletrónica, desenho, etc.

  • – Partindo de uma análise sólida ao objeto de trabalho (texto, partitura, pintura, etc.), numa estreita ligação com a encenação, cenários, figurinos e som, preparar e conceber a imagem visual e sonora do espetáculo.
    – Desenvolver capacidades técnicas e criativas capazes de interpretar, materializar e operar correctamente, o Desenho de Luz ou Sonoplastia.
    – Preparar, desenvolver, executar e coordenar todo o processo que implica a criação e apresentação de um espetáculo.
    – Apresentar esquemas criativos usando o sentido estético, a imaginação e a criatividade através de estudos dos espaços, volumes, cores e materiais necessários à execução;
    – Executar, organizar e supervisionar todos os aspectos cénicos do espetáculo no que diz respeito à construção, montagem e desmontagem dos dispositivos cénicos, do guarda-roupa e dos adereços.

  • O Curso de Luz, Som e Efeitos Cénicos forma profissionais capazes de criar e executar ambientes de som e luz para
    Teatro | Eventos | Concertos | Ópera | Festivais| Publicidade| Cinema | TV.

  • Descarregue aqui o plano de estudos.
    Plano Curricular

  • COMPONENTE SOCIOCULTURAL
    Português | Irene Ferreira e Leonardo Afonso
    Inglês | Cristiana Dias
    Área de Integração | Pedro Pereira, Magda Henriques E Pedro Guimarães
    Produção | Glória Cheio
    TIC | João Martins
    Educação Física | Diogo Sant’ana e Daniel Duarte

    COMPONENTE CIENTÍFICA e ARTÍSTICA
    História das Artes | Magda Henriques
    História do Teatro | Cátia Barros
    Matemática | Pedro Carreira
    Eletrotecnia | Pedro Carreira
    Física | Pedro Carreira
    Desenho/Desenho Técnico | Susete Rebelo e João Martins
    Iluminação | Mário Bessa
    Oficina de Luz | Emanuel Pina, Diogo Barbedo, Wilma Moutinho e Pedro Vieira Carvalho
    Som | Alexandre Clement
    Oficina de Som | Luis Aly e Fábio Ferreira
    Direção de Cena | Inês Maia
    Oficina de Maquinaria | António Quaresma

    FCT | Cárin Geada, Rui Monteiro, Mário Bessa, Luís Aly, Alberto Lopes e Fábio Ferreira

  • A Prova de Aptidão Profissional constitui um elemento nuclear do Projecto Educativo da ACE Escola de Artes configurando-se como um “ritual de passagem” entre o universo escolar e a prática teatral profissional. Após três anos de formação, os alunos finalistas confrontam com o público, com o meio e com um júri alargado constituído por criadores, técnicos directores de teatros, críticos e representantes das associações profissionais, o resultado das suas aprendizagens numa área específica (interpretação, luz, som cenografia, figurinos ou adereços).
    Ao longo dos 20 anos de actividade da ACE, a PAP, cujo modelo estimulava os alunos a constituírem unidades de produção autónomas, esteve diretamente na origem de várias companhias profissionais e da renovação dos quadros técnicos e artísticos das estruturas existentes. Vários Teatros (Carlos Alberto, Rivoli, Campo Alegre, Helena Sá e Costa, Famalicão,…), Auditórios (Gaia, Espinho, Aveiro,… ), Museus ( Soares dos Reis, Guerra Junqueiro, Romântico…), jardins e ruas e, ainda, o Siloauto, o Planetário, a Estação da Trindade, o Castelo de S. João da Foz, a Capela do Palácio de Cristal, a Praia de Leça, as Caves Ramos Pinto, entre outros, converteram-se em cenários de Genet, Pinter, Torga Beckett, Tcheckov, Herberto Hélder, Ionesco ou Copi.
    Desde 1993 que espetáculos de teatro, de teatro de rua, teatro de marionetas, concertos, exposições e recitais das Provas de Aptidão Profissional da ACE, marcam de forma vincada a vida cultural da região.

  • A disciplina de Formação em Contexto de Trabalho está organizada em regime de projeto. Os projetos são momentos de formação em que os alunos interrompem totalmente a atividade curricular regular (de acordo com o mapa da F.C.T.), num contexto simulado de produção profissional de um espectáculo teatral.
    Podem também desenvolver-se num âmbito mais experimental, em regime de oficina ou seminário, sem apresentação pública.

    Todos os alunos estão envolvidos nas várias fases da F.C.T. (concepção, montagem e desmontagem), perspectivando-se o desenvolvimento de uma atitude ética, técnica e artística profissional. Neste sentido, os alunos serão responsabilizados pelos materiais, ferramentas e espaços da A.C.E…

    Os alunos de Luz, Som e Efeitos Cénicos são responsáveis pelos material técnico devendo, durante toda a F.C.T., proceder à sua arrumação mediante as instruções do professor responsável.