Bruno Martins | One Man Alone

BRUNO MARTINS

curso de 2006

brunoAtor, encenador/criador e formador. Inicia a sua formação na ACE Escola de Artes. Diplomado pela École International de Théâtre Jacques Lecoq, Paris. Como ator participou em diversas produções teatrais em Portugal, França e Bulgária, Lituânia e Brasil das quais se destacam: To be… in Labyrinth, Museu de Arte Contemporânea de Plovdiv; Le Dernier Souffle, Centro Pompidou (Museu de Arte Moderna de Paris) e RATP, Théâtre de la Girandole, Paris; Médico à Força, de Molière, encenação de John Mowat, Jangada Teatro; As Leis Fundamentais da Estupidez Humana, de Carlo Maria Cipolla, criação coletiva, AL-MaSRAH Teatro; A flor preferida de Adolf Hitler, a partir de O Terror e a Miséria no III Reich, de Bertolt Brecht, dirigido por Nuno Pino Custódio, ACE Teatro do Bolhão; Roda da Fortuna, criação coletiva, coprodução Teatro da Didascália/Teatro de Vila Real/Teatro da Garagem. Em 2010 encena para o AL-MaSRAH Teatro o espetáculo Minim.Mal Show, de Sergi Belbel e Miquel Górriz. Desde então, tem desenvolvido o seu trabalho como intérprete e criador na construção de espetáculos em que se privilegia o aspeto visual aliado ao jogo físico. É responsável pela criação e direção artística do festival Contos d’Avó, festival itinerante de contadores de histórias, e pelo Vaudeville Rendez-Vous, um festival internacional focado no teatro físico, circo e cabaret. Desde de 2011 que colabora como formador convidado na ACE Escola de Artes, Peripécia Teatro, Vila Real e Teatro Commune, em São Paulo, Brasil.

 

ONE MAN ALONE

Teatro

29 e 30 de abril, no Salão Nobre, às 23:00

 

 

One Man Alone é um espetáculo a solo, literalmente a solo. Sem contracena, nem operador de luz nem som, o ator vê-se assim obrigado a prosseguir o seu espetáculo interpretando e operando ao mesmo tempo a própria luz que o ilumina e a música que acompanha a cena. Tudo acontece numa padaria, naquelas horas da noite em que o padeiro faz pão e o resto do mundo sonha com ele. A ação desenrola-se através do jogo entre o padeiro rodeado por baguetes, papo-seco, broas de milho, os seus instrumentos de trabalho e os sonhos que o fazem viajar pelo universo da imaginação e o catapultam para um mundo só seu, a altas horas da noite, e que o acompanham no amassar do pão. Talvez por uma necessidade de escape ele sonhe acordado. Talvez seja esse o fermento que faz crescer o seu pão.

Criação, Interpretação e Cenografia BRUNO MARTINS

Direção SÉRGIO AGOSTINHO

Figurinos JOAQUIM AZEVEDO

Desenho de Luz e Som BRUNO MARTINS e VALTER ALVES

Design Gráfico BEASTLY BEAST

Fotografia de Cena TIAGO BRAGA

Produção Executiva CLÁUDIA BERKELEY

Coprodução TEATRO DA DIDASCÁLIA e CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO

 

Informações e Reservas

Maiores de 12

Duração aproximada: 60′

 

Bilheteira>

Informações e Reservas: bilheteira@ace-te.com ou 222 089 007

Teatro da Didascália

O TEATRO DA DIDASCÁLIA é fundado em 2008 e tem como principal atividade a criação teatral, perseguindo uma politica de pesquisa e de cruzamento estético, com o objetivo de fazer surgir uma linguagem própria e inovadora no panorama teatral português. Ainda em 2008 estabelece-se na Freguesia de Joane, concelho de Vila Nova de Famalicão.

Em 2009 cria o espetáculo “Roda da Fortuna” coproduzido pelo Teatro de Vila Real.). Seguiram-se apresentações deste mesmo espetáculo no Auditório Municipal de Lousada, Theatro Club da Póvoa de Lanhoso e no Teatro Taborda em Lisboa.

A companhia desenvolve um intenso e contínuo trabalho de pesquisa a nível físico, que a par de textos, utiliza o corpo como ferramenta experimental que dá lugar à criação de uma dramaturgia e linguagem originais, investindo numa escrita teatral visualmente atraente e universal, capaz de atrair e formar um público exigente. Um público que se pretende o mais abrangente possível, promovendo assim um espaço privilegiado de reflexão entre jovens e adultos.

Procuramos que o nosso trabalho esteja atento e próximo do mundo atual, promovendo a produção de novas dramaturgias capazes de dar resposta às exigências do público contemporâneo. Por outro lado, interessa-nos também preservar aquilo que é a nossa memória coletiva e herança cultural, o património material e imaterial que nos serve de referência e inspiração para o nosso trabalho criativo.

Recentemente, cria a plataforma de programação e de trabalho com a comunidade, chamada, “Espaço Mutante”, que procura alterar a maneira como utilizamos os espaços público e privado, potenciando, através destes, a interação entre as artes e a comunidade. Uma das ações desenvolvidas é o festival “Contos d’Avó”, um festival de contadores de histórias organizado dentro das próprias casas das avós das freguesias rurais do concelho.

Fotografias de Tânia Mendes